VAGOS DESEJOS DA MADRUGADA

Eu quero da alma descoberta
O instante do deslumbramento
O átomo do momento criador
Quero a sensibilidade perene
O abstrato que fez concreto
Na infinidade de espantos
Não quero o mutismo anímico
Tampouco o silêncio insensível
Que se transforma em pesadelo
Quero retomar os fluidos absorvidos
As essências perfumadas do indelével
Os toques pressentidos do grande prazer
4 Comments:
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IDEM!!! Perfeita, Otávio! Bjão!
Mais um belíssimo poema Otávio.
Que bom ter encontrado seu blog.
Abraços!!
Maravilhoso poema!Lirismo e muito refinamento no enredo.Bela obra poética!Abraços
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